12/01/2009

Eleições Autárquicas em Santo Tirso

Esta imagem é do site da Câmara Municipal de Santo Tirso.

Já aqui referi que 2009 será um ano político muito intenso a decisivo, a diversos níveis. Ao 12º dia do primeiro mês deste ano em que serão disputados combates políticos a nível local, nacional e mesmo europeu, e enquanto Governo e Presidência da República debatem os timmings e formatos ideais das três eleições, em Santo Tirso já há sondagens, antes mesmo de haver candidatos. Ou seja, apesar de não estarem ainda em cima da mesa os nomes de todos os concorrentes à presidência da Autarquia, o blog Santo Thyrso já lançou a corrida, e até nem está a correr mal. Mas, e porque até ao momento só há duas candidaturas anunciadas, o Santo Tirso 2009 apela também aos seus leitores para que nos digam de sua justiça:

- Quem pensam que serão os candidatos de cada partido à nossa câmara?

- Castro Fernandes avançará?

- Será João Abreu capaz de bater o candidato socialista (Castro Fernandes ou outro)?

- Que outros nomes gostariam de ver “saltar” para a corrida?

- Quais são as mais-valias de que dispõe cada eventual candidato?

- A candidatura de José Graça é de desvalorizar?

Amigos, digam-nos o que pensam. Ficamos à espera das vossas contribuições para este interessante debate. Obrigado.

21 comentários:

Menina Tirsense disse...

Boa tarde, caríssimo!

Começo por me desculpar por só agora ter adicionado o seu blog à minha lista. Visito-o regularmente mas não me tinha apercebido ainda de que não o tinha colocado nos meus links. Desde já as minhas desculpas por esse lapso, que já resolvi.

Quanto às interessantes questões que coloca, de facto não é fácil saber quem serão os candidatos de cada partido nas autárquicas deste ano em Santo Tirso. Não sei se Castro Fernandes avança, mas caso opte por essa solução, a vida dos restantes candidatos será muito dificultada, porque ele vem sendo eleito com sucessivas maiorias absolutas, e é de um partido muito forte, que inclusivamente está no Governo neste momento.

Se acho que é fácil batê-lo? Não, não acho. E porquê? Porque ele tem obra feita (por muito que outros queiram desvalorizá-la com pequeninas questões como campos de futebol e coisas do género). A actual câmara investiu muito em áreas muito importantes, como a Educação e o Emprego, que são dois temas essenciais da actualidade, nomeadamente no nosso Concelho.

Gostaria, obviamente, de ver mais nomes saltarem para esta corrida, porque a três não é lá grande disputa! E claro que não acho que a candidatura de José Graça seja de desvalorizar. Por que razão seria? A prova de que não é para desvalorizar é que o PSD, partido que o elegeu presidente de Junta em 2005 é que partiu logo para o ataque, acusando-o de ser aliado de Castro Fernandes. Obviamente, isso não tem pés nem cabeça. Ou então sou eu que vejo mal...

Espero ter contribuído para apimentar o debate! Obrigada pelo simpático convite para vir aqui!

Até breve.
Cumprimentos.

Anti-Trofa disse...

Esgotos despejados para rua em S.Mamede do Coronado

Escrito por Cátia Veloso
Sábado, 27 Dezembro 2008 22:37

Um caso de saúde pública está a indignar alguns residentes em S.Mamede do Coronado. De acordo com um texto publicado na secção "Cidadão Repórter" do Jornal de Notícias Online, na Rua Vale do Coronado, em S.Mamede do Coronado, são descarregados para a berma da rua esgotos "a céu aberto", que se espalham em frente a um prédio habitacional e de comércio deixando "um cheiro nauseabundo".

O mesmo texto refere que a habitação que faz a descarga se encontra a poucos metros do prédio "Edífico Villa", situando-se mesmo em frente a um posto de combustível.

Alguns residentes daquela zona e funcionários de um estabelecimento de comércio do prédio, ouvidos pelo NT, confirmaram o caso, afirmando que a situação se prolonga há mais de um ano. De acordo com as mesmas fontes, as descargas são feitas apenas em dias de chuva. O NT tentou contactar sem sucesso, até este sábado, o proprietário da habitação em questão.

Janine Barbosa


É este o grau de desenvolvimento a que chegou a Trofa???

Anónimo disse...

Castro Fernandes defende interesses dos tirsenses contra Trofa

Escrito por Isabel Moreira Pereira

O Presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso, Castro Fernandes, que nos últimos dias viu o seu nome envolvido numa polémica motivada por declarações proferidas pelo seu homólogo da Trofa, Bernardino Vasconcelos, numa conferência de imprensa em que foi acusado de querer “amputar” parte daquele Município, com uma providência cautelar que visa travar o Plano de Pormenor da Zona Industrial da Trofa, esclarece o seguinte:

A providência cautelar interposta no Tribunal Administrativo pela Câmara Municipal de Santo Tirso visa unicamente defender os interesses de todos os Tirsenses, tendo em conta o facto de a fronteira entre os Concelhos da Trofa e de Santo Tirso ser, desde a criação daquele Município, legalmente consumada em Novembro de 1998, uma “terra de ninguém” com centenas de metros de largura, que desde essa altura tem gerado diversos conflitos entre as duas câmaras. Castro Fernandes lamenta que, volvidos 10 anos sobre a emancipação da Trofa (constituída a partir de oito freguesias de Santo Tirso), a Assembleia da República não tenha ainda delimitado com rigor os dois Concelhos, e recorda que, há pouco mais de um ano, deu conta desse mesmo atraso, em declarações à Agência Lusa, transcritas na notícia daquele órgão de informação divulgada na passada sexta-feira.

Em causa está o atraso na delimitação territorial de Santa Cristina do Couto e da freguesia sede do Concelho, do lado de Santo Tirso, e de S. Martinho de Bougado, do lado da Trofa, e este diferendo tem levado a um extremar de posições que culminou nas acusações agora produzidas por Bernardino Vasconcelos. De facto, a Trofa reivindica terrenos localizados à direita da A3 (no sentido Porto-Braga), enquanto Santo Tirso reclama uma faixa de cerca de 800 metros de largura à esquerda da mesma auto-estrada. Na origem da discórdia está o facto de a reivindicação da Trofa incluir a actual Zona Industrial de Santo Tirso, enquanto Santo Tirso quer assegurar para o Concelho o local onde a Trofa pretende instalar a Área de Acolhimento Empresarial, à face da A3.

A primeira proposta de entendimento partiu justamente da Câmara Municipal de Santo Tirso, que admitiu traçar uma linha de divisão que corte a meio a praça das portagens e a rotunda em frente, de modo a fazer coincidir com a realidade as placas de sinalização existentes no local, que apontam Trofa para a esquerda e Santo Tirso para a direita de quem sai da A3. No entanto, os dois Concelhos não conseguiram chegar a um entendimento sobre esta matéria, pelo que continua a existir a chamada “terra de ninguém”, com o evidente risco de as revisões dos dois Planos Directores Municipais acabarem por levar à sobreposição de terrenos, já que há parcelas que pertencem a Santo Tirso, mas que se encontram registadas em S. Martinho de Bougado, que agora pertence ao Concelho da Trofa.

De resto, a legislação vigente no âmbito da criação de novos Concelhos obriga a Assembleia da República a proceder à delimitação territorial, o que, neste caso, e não obstante terem já passado 10 anos sobre a emancipação da Trofa, ainda não aconteceu. Uma situação que o Presidente da Câmara de Santo Tirso obviamente lamenta, uma vez que “traz problemas nas zonas limítrofes”, onde “por vezes não se sabe se um terreno é da Trofa ou de Santo Tirso”. De acordo com Castro Fernandes, nestas “zonas de ninguém, por causa desta indefinição, há cidadãos prejudicados e conflitos permanentes, que não têm lógica”.

Tal como há um ano, a Câmara Municipal de Santo Tirso lança um “veemente apelo” a todos os partidos com representação parlamentar, no sentido de “decidirem de uma vez por todas” a delimitação territorial entre os dois Concelhos. Castro Fernandes reitera que “o estudo para a delimitação existe e já foi enviado às duas câmaras e ao Parlamento, que tem os elementos essenciais para aprovar a lei. É uma questão de os partidos se entenderem e deliberarem”, recorda.

O Notícias da Trofa
12 Janeiro 2009 16:45

Observant disse...

Nenhuma candidatura é de desvalorizar, muito menos a de José Graça que teve na sede de concelho um resultado excelente em 2005. O problema será os apoios para a candidatura. Se os arranjar, Graça será um problema para PS e PSD, pois capta votos nos 2 quadrantes.

Castro Fernandes será certamente candidato pelo PS. A falta de ideias e políticas vem fazendo com que perca vantagem há já duas eleições. Perdeu margem para Assoreira em 2001 e voltou a perder para Abreu em 2005. Terá de lutar para vencer de novo.

Abreu obteve um bom resultado em 2005. Tendo em conta que o acusavam de não ser conhecido e de vir "de fora". O facto é que ele é Tirsense de gema e ficou a apenas 2500 votos de Castro Fernandes. O problema foi não ter sabido capitalizar esse resultado. Agora começa do zero.

Outros candidatos virão do PCP (José M. Ribeiro provavelmente) e do CDS (será que Pinheiro Machado assume?). Na situação em que se encontram os partidos a nível nacional, o mais forte será o do PCP, já que o CDS parece andar "perdido" local e nacionalmente.

Anónimo disse...

Caros amigos,

É verdade que neste momento só existe um candidato formalmente assumido: João Abreu em representação do PSD. Ao contrário do que pensa a generalidade dos comentadores dos diferentes blogues, não é liquido que Castro Fernandes venha a ser o candidato do PS. Posso assegurar-lhes que o PS Porto pondera o nome do Drº José Dias, membro da Comissão Politica do PS e presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Ave.
Quanto ao CDS/PP, penso que tal como aconteceu em 2005, vai apresentar um candidato, quanto mais não seja, para complicar as contas ao PSD, e não será o Drº Henrique Pinheiro Machado, que nos últimos anos se assumi u como apoiante incondicional do Engº Castro Fernandes.
Quanto ao Senhor José Graça, pretensamente apresentado como independente, porque não recolheu como pretendia, o apoio do PSD, a sua candidatura vai ter implicações nos resultados finais e pode complicar a vida aos dois principais partidos e/ou candidatos. Não podemos esquecer que em 2005 o Senhor José Graça obteve na cidade uma votação superior à do PSD para a Câmara (cerca de 800 votos), seguramente de indecisos ou mesmo de potenciais eleitores do PS. Mas é óbvio para todos que a vitória nas eleições de 2009 se decide entre o PS e o PSD. Quanto ao PCP, penso que Fernando Moreira continua a ser a melhor solução.

Anónimo disse...

Foi em maio de 1998 que a Dra Maria de Belém Roseira, nas instalações do nosso hospital, com a presença da direcção do hospital, corpo de máedicos e enfermeiros, prometeu o novo hospital.
8 anos volvidos, Santo Tirso continua com o mesmo hospital mas cada vez mais velho.
Porque será ?

Anónimo disse...

Foi em maio de 1998 que a Dra Maria de Belém Roseira, nas instalações do nosso hospital, com a presença da direcção do hospital, corpo de máedicos e enfermeiros, prometeu o novo hospital.
8 anos volvidos, Santo Tirso continua com o mesmo hospital mas cada vez mais velho.
Porque será ?

santo tirso não é CUBA disse...

Vamos analisar o esquema eleitoral cubano e demonstrar que o processo eleitoral é uma verdadeira piada vagabunda e de mau gosto, criada apenas para legitimar uma ditadura assassina, mas que engana apenas os menos aquinhoados no quesito inteligência.

Bom, vamos analisar a própria Lei Eleitoral Cubana, disponível no própio site do governo cubano, e, a partir daí, tirar nossas conclusões, sempre baseadas em FATOS:

Lei Eleitoral de Cuba nesse link aqui: http://www.asanac.gov.cu/espanol/ley72.htm

Bem, o esquema de perpetuação no poder cubano é bem sofisticado, e essa Lei aí é muito reveladora nesse sentido.

Olha só como funciona: Para você ser eleito Delegado (tipo um vereador aqui no Brasil) não basta você se candidatar. Você tem que se candidatar a candidato. Isso mesmo. Se candidatar a candidato, e você só poderá ser votado na eleição se você for “nominado” pela Comissão Eleitoral, e essa Comissão Eleitoral é subordinada a quem mesmo? Ah! Ao Conselho de Estado cujo Chefe supremo é quem mesmo? Ah! Fidel Castro!

Para ser candidato a Deputado da Assembléia Nacional de Poder Popular, você tem que ser “nominado” por uma comissão desse mesmo tipo.

E mais, essa mesma Comissão que indica o lista de nomes que será o Conselho de Estado.

Então, como é que funciona?

Para você ser candidato, sua candidatura tem que ser aprovada pela Comissão Eleitoral, não é simplesmente se candidatar e ser votado, como é aqui no Brasil, e ganha quem tem mais votos. A Comissão elabora a lista de candidatos, e elabora também a lista de candidatos ao Conselho de Estado, dos presidentes e demais cargos da Assembléia Nacional.

E a Constituição cubana fala que o Conselho de Estado é “eleito” pela ANPP, só que eles não votam em quem quiser, com vários candidatos e etc. Eles votam numa eleição do único candidato proposto pela Comissão Eleitoral!!!!!! Que legal, né?

Esse é o motivo porque as eleições de Cuba tem normalmente 1 candidato

COMO????? disse...

Eu sou socialista e respondo à pergunta sem problema nenhum:

A culpa de não termos novo hospital é somente do sr. Dr. josé Dias.

Acorda Fernandes, esse senhor só tira votos. Pergunta a qualquer pessoa que trabalhe no hospital!

Se ele for nas listas esqueçam o meu voto!

A Verdade disse...

O problema de Castro fernandes é exactamente esse: tem na sua própria equipa gente que só o puxa para trás. Ainda assim, tem muito mais para dar ao concelho do que João Abreu ou qualquer outro como ele. Essa é que é a verdade.

Anónimo disse...

Nova urgência abre portas esta quinta-feira
00h30m
ALEXANDRA LOPES
As novas urgências da unidade de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave começam a funcionar às oito da manhã desta quinta-feira. Com equipamentos médicos novos e novas instalações, o serviço funcionará do lado oposto ao actual.

Com um espaço totalmente novo, o serviço de urgências passa a ter uma urgência pediátrica separada do serviço destinado a adultos, o que não acontecia até agora, onde todos os utentes eram atendidos no mesmo local. Segundo o presidente do Conselho de Administração do Médio Ave, José Dias, a urgência médico-cirurgica do Centro Hospitalar do Médio Ave terá "tudo o que um serviço deste tipo necessita". Contudo, segundo adiantou, só em "Abril ou Maio"deverá ter um equipamento de TAC, estando previsto que nesta altura vá acolher também uma Viatura de Emergência Médica (VMER).

Já em relação aos recursos humanos, José Dias adiantou que devem aumentar em algumas áreas médicas e enfermagem, "de acordo com aquilo que são as necessidades de uma urgência médico-cirurgica".

O novo serviço de urgências de Famalicão era há muito reclamado, tendo sofrido diversos avanços e recuos ao longo dos anos. Agora é uma realidade. O local para as novas urgências já existia, uma vez que se trata do mesmo edifício, mas a obra foi sendo sucessivamente adiada.

A entrada em funcionamento das novas urgências levaram a que fossem feitas, pela Câmara, algumas alterações ao sentido de trânsito na área envolvente. A entrada para as novas urgências deverá ser feita pela Rua Norton de Matos, onde o trânsito circulará com sentido único (Norte/Sul) havendo outras alterações na zona envolvente.

Anónimo disse...

questão não se resume a um mero pedaço de terra, é bem mais grave, já que naquele espaço vai nascer, vai mesmo nascer, mesmo contra a vontade de Castro Fernandes, uma zona de acolhimento empresarial de excelência, que vai gerar centenas de postos de trabalho com reflexos positivos na Trofa e em Santo Tirso, dada a proximidade com o nosso concelho. O que pretendeu Castro Fernandes, foi travar esta iniciativa, que mostra de forma inequivoca a capacidade de empreender dos autarcas da Trofa e evidencia a incapadidade e/ou incompetência de Castro Fernandes.

Numa altura que Santo Tirso regista a maior taxa de desemprego de Portugal, e que os Tirsenses têm de procurar emprego fora do concelho (e só na Trofa, trabalham alguns milhares), Castro Fernandes mostra que está mais preocupado com questões politicos e/ou eleitoralistas do que propriamente resolver o problema dos cerca de 6.000 desempregados de Santo Tirso. Aqui se ve a diferença entre aqueles que trabalham em prol das populações e os que trabalham exclusivamente para ganhar eleições.

Assim Santo Tirso não vai lá...

Anónimo disse...

Iniciei em 17 de Dezembro de 2007 para agora, treze meses depois, terminar.
Primeiro com o blogue intitulado “opinião-tirsense”, deixando-o “cair”, no final do mês de Julho de 2008, após as dez mil visitas.
Incrédulo pelo número de visitantes em tão pouco espaço de tempo (sete meses), resolvi criar um outro denominando-o; “opiniaodovitor”.
Em ambos sempre exprimi minha opinião, sem recurso ou apoio de quem quer que seja, criticando publicamente as formas e métodos da gestão político-social e financeira da autarquia de Santo Tirso, nomeadamente a do presidente por o achar com um défice democrático desnecessário e megalómano na forma como pensa “Santo Tirso”.
Se o blogue intitulado “opinião-tirsense” foi um sucesso ao ser visitado, até então, por mais de dez mil pessoas, o “opiniaodovitor” ultrapassou todas as expectativas com mais de vinte e cinco mil, o que totaliza paras os dois, mais de trinta e cinco mil visitas distribuídas pelos IPs registados, que ultrapassam os cinco mil e seiscentos. O que demonstra que não foi por acaso que os meus Blogues estiveram sempre na vanguarda da listagem dos blogues de Santo Tirso.
Com os IPs registados, nomeadamente o da Câmara Municipal, dos SMAES, do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação entre outros, acrescidos com as reacções (E-mails recebidos) tenho a certeza que o “opiniãodovitor” chegou a todos os cantos do concelho de Santo Tirso.
Sei que tudo foi feito para que eu parasse de escrever, desde as ameaças aos “conselhos” até às “cunhas”, mas nunca o fiz. Entendia que não o devia fazer.
Eu, como cidadão em geral e como tirsense em particular, tenho o direito e o dever de ter opinião e não seria por haver pressões de quem não gosta que os outros tenham opinião, que eu não devesse continuar a opinar.
Houve alturas em que não entendi a razão de tanto burburinho em volta daquilo que escrevia, sendo eu, um cidadão anónimo, sem qualquer voz activa no meio da sociedade tirsense, confundia-me tamanha preocupação, fundamentalmente advinda de quem tem voz e poder.
Mesmo depois de “aconselhado” e no meio de tanto burburinho, nunca deixar de opinar nem tão pouco escondi a minha identidade. Nunca usei pseudónimos e para que não houvesse dúvidas apresentei-me com uma fotografia recente.
Como tudo, um dia teria que findar e isso acontece precisamente com este artigo. Hoje faço a minha despedida em definitivo nesta área nomeadamente nas opiniões, na crítica e nas objecções públicas.
Durante estes trezes meses escrevi de tudo um pouco, foram cinquenta artigos, incluindo este. Publiquei as minhas ideias e pensamentos. Escrevi artigos de opinião, de informação e de desagrado pela forma como Santo Tirso foi e está a ser conduzido político-económica e social. Critiquei a postura do presidente da Câmara por pouco ou nada fazer em protecção aos serviços públicos que aos poucos desapareceram e continuam a desaparecer de Santo Tirso.
Critiquei a Câmara Municipal por não terem capacidade de parar a descaracterização irreversível do concelho.
Critiquei os nossos Edis de gastarem mais na propaganda “clubistica” que nos actos de solidariedade.
Critiquei a imprensa local por se “vender” ao poder local e fechar as portas a todos aqueles que queriam exprimir a sua opinião, fundamentalmente as contrárias às políticas praticadas por Castro Fernandes e seus pares.
Critiquei alguns investimentos por os achar inoportunos quer em tempo quer na localização.
Foram trezes meses “agarrados” ao computador a escrever para transmitir a minha opinião para todos aqueles que a quisessem ler, que pelas estatísticas que tenho associada à “conta” de suporte aos blogues, estes foram os mais visitados de todos os blogues associados a Santo Tirso, ficando à frente de qualquer outro, mesmo daqueles designados por “Câmara Municipal”
Desta forma termino um modelo de prestar um dos mais singelos e puros serviços público, a informação.
Como tudo na vida, o que se inicia um dia terá de acabar.
Termino desejando a todos um bom ano de 2009.
Até sempre.
Publicada por Vítor Lemos em 23:49 0 comentários

Anónimo disse...

A Câmara Municipal de Santo Tirso acaba de instituir o Prémio Municipal de Arquitectura e Urbanismo com o objectivo de distinguir projectos em que autenticidade e originalidade se conjuguem de forma harmoniosa com uma eficaz integração na área envolvente e com a qualidade geral dos espaços propostos. O Prémio Municipal de Arquitectura e Urbanismo de Santo Tirso, no valor de cinco mil euros, será atribuído com uma periodicidade bienal. O prazo para a apresentação de candidaturas à edição deste ano decorre até ao próximo dia 31 de Março.

Atenta ao ritmo acelerado de desenvolvimento característico das grandes cidades contemporâneas, nem sempre consonante com as cada vez mais exigentes normas ambientais e de funcionalidade, a Edilidade Tirsense pretende incentivar a qualidade arquitectónica dos projectos, enaltecendo os bons exemplos de construção, reconstrução, alteração ou ampliação de imóveis, e ainda obras de qualificação de espaços exteriores de uso público. Neste contexto, as obras premiadas deverão afirmar-se como exemplos de transformação qualitativa do contexto urbano, nomeadamente pela sua capacidade de integração na cidade e pela produção de espaços públicos qualificados. A linguagem arquitectónica e a clareza dos conceitos adoptados deverão também constituir factores de comunicação no âmbito de uma estratégia de intervenção urbana, e a qualidade final da obra deverá distinguir-se pelo cuidado demonstrado na articulação de materiais, na adopção de técnicas construtivas adequadas e na inovação tecnológica, bem como pela correcção da sua execução.

Oscilando entre as áreas da Arte e da Ciência, tantas vezes conjugando razão e sentimentos, a Arquitectura assume-se como um legado que enriquece ou degenera o contexto em que se integra, consoante as opções tomadas em cada projecto. Enquanto organismo vivo, necessariamente adaptável às várias necessidades e ambições daqueles a que se destina a fruição dos espaços, a Arquitectura contemporânea tem de obedecer a critérios de equilíbrio e sustentabilidade de que a Câmara Municipal de Santo Tirso não poderia dissociar-se. Porque a boa forma na construção deverá traduzir-se não só no bem-estar dos utentes directos de cada obra, mas na generalidade dos que com ela tomam contacto, esta Autarquia pretende reconhecer aqueles que, com iniciativa e dedicação à causa da sedimentação e da consolidação de uma cidade moderna e funcional, contribuem para que o belo seja uma razão e um fundamento do bem-estar quotidiano dos seus cidadãos. Assim, na vertente Arquitectura serão distinguidas obras de construção, reconstrução, alteração ou ampliação de edifícios que mereçam destaque pela sua qualidade arquitectónica e pelo seu carácter exemplar. Já na área do Urbanismo, serão premiadas obras de tratamento de espaços exteriores de utilização pública que mereçam esse mesmo destaque.

Regulamento e candidaturas

As candidaturas são da responsabilidade do autor, promotor ou construtor de cada projecto, que, nos prazos definidos, deverão entregar a sua proposta na Secretaria do DPH da Câmara Municipal de Santo Tirso. São admitidas a concurso obras realizadas na área geográfica do Concelho, cujo projecto de arquitectura seja da autoria de arquitectos e para as quais tenha sido, nos casos exigíveis, emitida licença de utilização nos dois anos anteriores aos da realização do concurso. Poderão igualmente ser admitidas candidaturas de obras realizadas e promovidas pela administração directa ou indirecta do Estado ou por institutos públicos, desde que os seus autores, promotores ou construtores não sejam membros e/ou consultores do júri ou seus familiares (até segundo grau, em linha directa ou colateral).

O júri do concurso será presidido pelo presidente da Câmara Municipal de Santo Tirso ou por um vereador que o represente, e constituído por um arquitecto representante da Ordem dos Arquitectos (sujeito a confirmação por parte da Ordem), um arquitecto paisagista, um arquitecto municipal e três individualidades a indicar pela Autarquia, das quais pelo menos uma possua obrigatoriamente formação na área da Arquitectura.

Os projectos concorrentes deverão ser apresentados da seguinte forma:

– Um dossier A4 com um máximo de 20 páginas, contendo peças desenhadas, fotografadas e escritas que clarifiquem a solução proposta do ponto de vista conceptual e tectónico;

– Dois painéis de formato A1 que resumam a solução, cujo material base deve ser do tipo “k-line” com o mínimo de 1cm de espessura.

Cumulativamente, todas estas informações deverão ser apresentadas em formato digital, susceptível de publicação electrónica. Os projectos poderão ainda ser complementados com maquetas, que contribuirão para uma melhor compreensão das propostas apresentadas, e de uma ficha de inscrição, disponibilizada e a preencher no acto de entrega do processo de concurso na Secretaria do DPH, sendo entregue aos concorrentes um recibo comprovativo.

Prémio e menções honrosas

O montante referente a cada categoria será dividido da seguinte forma: 50% para o autor do projecto de arquitectura, 30% para o seu promotor e 20% para o construtor. Caso a qualidade das candidaturas o permita, serão atribuídas Menções Honrosas, até um máximo de quatro, sem valor pecuniário. Todos os premiados serão reconhecidos através de um diploma e da atribuição de uma placa identificativa do prémio, a colocar na fachada do edifício premiado (e que identifica o prémio, o autor, o promotor e o construtor).

Estes prémios serão atribuídos em cerimónia solene a realizar no Salão Nobre da Câmara Municipal de Santo Tirso, em data a anunciar. Terá ainda lugar uma exposição dos trabalhos propostos a concurso, com início na data da cerimónia solene em local a definir. Para além desta iniciativa, será realizada uma publicação com todos os trabalhos apresentados, em que se destacarão as obras premiadas. O concurso e as obras premiadas serão divulgados no Boletim Municipal e na página online da Câmara Municipal de Santo Tirso.

O regulamento estará também disponível em http://www.cm-stirso.pt/.

Metronews
13 de Janeiro de 2009

AS vezes tambem escrevo;) disse...

Carissimos,

A última pergunta deste post começa a ter razão de ser, será que José Graça sempre avança como já afirmou?

Sem dúvida que seria uma forte candidatura, ouço frequentemente dizerem que votariam nele, principalmente opositores à câmara.
Será que estes votaram Castro Fernandes em 2005? Será que nunca votaram? Quanto a retirar votos ao Ps, estes serão talvez representativos de uma pequena franja dos chamados "ressabiados" do PS, talvez uns 500 votos, ou menos. Se conseguir levar a votar mais 500 que nunca votaram José Graça terá de retirar muitos votos ao PSD, numa visão optimista uns 2500 o que totalizará 3500, com esta votação arrisca-se a ser eleito vereador e o 5º do ps cai.
Contudo teremos de contar com a candidatura do PCP, que poderá a meu ver reforçar a votação de 2005, mas nunca a tempo de eleger mais do que 2 elementos na assembleia Municipal.
O PP deverá apresentar uma forte candidatura, tirando alguns votos ao PSD, talvez uns 500, lembro que o PP teve muito poucos votos nas ultima eleições de 2005 foram apenas 719.

Este é o meu cenário:

PS 20500 votos ( 2005 teve 21 141)
PSD 16 500 votos ( 2205 teve 18495)
PCP 2500 votos ( 2005 --- 1799)
PP 1200 votos (2005 ---- 719)
Independente J.Graça - 3500

Neste cenário José Graça retira um vereador, resta saber se ao PS ou ao PSD... teria que fazer contas..:)

Apenas um palpite, não o levem a sério, tentei ser o mais isento possivel, mas acho que não consegui. Quem sabe até acontece..

Anónimo disse...

http://santotirsotodaaverdade.blogspot.com/

Santo Tirso Positivo disse...

Visita de trabalho a Rebordões: Presidente Castro Fernandes anunciou investimentos para a freguesia. Saiba tudo no SANTO TIRSO POSITIVO!

SANTO TIRSO - Toda a Verdade disse...

http://santotirsotodaaverdade.blogspot.com

Anónimo disse...

http://www.video-divertido.com/img3224.htm#1
Vale apena ouvir!!!

SANTO TIRSO - Toda a Verdade disse...

http://santotirsotodaaverdade.blogspot.com/2009/01/desemprego-em-santo-tirso.html

Anónimo disse...

Querem saber quem é Menina Tirsense? Toca a tocar na campainha de um prédio junto ao Pavilhão Desportivo Municipal, num determinado andar que todos sabem qual é... tal é o entra e sai... e já ficam a conhecer a Menina Tirsense que tanto o incomoda a si Sr. Abreu! Mas ainda há mais... ela vai fazer um Conferência de Imprensa - aconselhada por uma empresa do Porto (ex-matosinhense) chamada Boa Impressão, mas em inglês para dar estilo!!! Eles querem comer dos dois lados!!!!Era vê-la a ela com o casalinho ontem no Vera Cruz!!!! a coisa tá feia!!!

Assino: Fifi